O que é SEO: Guia completo para você ranquear no topo do Google em 2019

Esse guia vai te ensinar tudo que precisa saber sobre SEO para ranquear melhor o seu site no Google.

Mais do que só te ensinar, vou também te dar exemplos práticos. Tudo atualizado para as melhores estratégias de 2019 para SEO.

Esse artigo faz parte da série Como Criar um Site. Uma série para iniciantes de como criar um site do zero.

Para esse artigo, vou partir do pressuposto que você não conhece nada sobre SEO, então vamos começar do começo e avançar até pontos mais complexos. De qualquer maneira, suponho que você já tenha um site e que deseja ranqueá-lo melhor no Google através de estratégias de SEO.

Se você está seguindo nosso guia de como criar um site, então provavelmente já tem um site no ar para poder testar as estratégias. De qualquer maneira, sugiro que você tenha um site para poder já testar algumas das estratégias e sugestões apresentadas para ter os melhores resultados nas pesquisas do Google.

Índice:

  1. O que é SEO
  2. Fundamentos de SEO
  3. Pesquisas de Palavras-chave
  4. SEO de página
  5. SEO técnico
  6. Off-page SEO
  7. SEO para vídeo
  8. Tendências

Sem mais delongas, simbora pro conteúdo!

1 – O que é SEO

O termo SEO vem do Inglês e signfica Search Engine Optimization, isto é, Otimização para Sistemas de Busca.

Cada sistema de busca, como o Google, Bing e DuckDuckGo utilizam determinados critérios para ranquear os sites em seus diretórios.

Havendo critérios, há também a possibilidade de otimizar nossos sites para que sejamos melhores ranqueados. Essa ação de otimizar o site é o SEO.

Por que SEO é importante

Já passamos por vários tópicos aqui nessa série de Como Criar um Site e um dos principais conceitos é que tenhamos um objetivo para a criação e existência dos sites que desenvolvemos.

Ouso dizer que para a maior parte dos casos, um importante objetivo é que pessoas visitem nosso site. Comumente chamamos esse processo de “Tráfego”; mais especificamente, gerar tráfego.

Podemos pagar uma publicidade nos canais de mídias tradicionais (tv e rádio), colocar nosso site em um evento, imprimir panfletos e, principalmente, pagar para mídias sociais ou sistema de busca para que um link do nosso site seja distribuído.

Chamamos esse tipo de tráfego de Tráfego Pago e ele não tem muito a ver com SEO.

Agora, existe outro tipo de tráfego que é o Tráfego Orgnânico. Aqui referimos às pessoas que acessam nosso site a partir de pesquisas e explorações não pagas.

Quando você otimiza o seu site para o Google, por exemplo, é possível que mesmo sem pagar você apareça entre uma das primeiras posições na listagem de uma determinada busca de algum usuário.

Se essa pessoa que buscou clicar no seu site, ela entrará no seu site ‘organicamente’.

Aí eu te pergunto:

É melhor pagar por todo tráfego no seu site ou ter pessoas o acessando de graça?

90% de todas as pessoas que pesquisam no Google acabam clicando em links apenas na primeira página. Por isso, um bom trabalho de SEO pode te ajudar bastante em conquistar as primeiras posições para as palavras-chave para as quais deseja ranquear. Vamos falar um pouco mais sobre esse assunto abaixo.

Tipos de busca

Um dos primeiros passos para o entender as estratégias de SEO é entender os motivos pelos quais as pessoas pesquisam nos sistemas de busca.

É para descobrir algo? Para lembrar de algo que viram? Ou quem sabe para comprar algum produto?

Eu não vou tentar definir um número limitado de tipos de pesquisa aqui porque não gosto desse tipo de definição fechada, mas vou apresentar alguns possíveis.

a) Pesquisa por informação

Esse tipo de pesquisa é aquela na qual estamos buscando por um conhecimento, seja ele exploratório ou pontual.

  • “Como SEO Funciona”
  • “Melhores fontes de 2019”
  • “Dólar hoje”
  • “Ingredientes para pão doce”

O Google, assim como outros sistemas de busca, entendem o conteúdo do seu site (abaixo explico mais como isso ocorre) e buscam entregar o melhor resultado para as pesquisas dos seus usuários.

Por isso, quando você produz um conteúdo que resposte às necessidades das pesquisas acima de forma bacana, é mais provável do seu site ficar mais bem ranqueado nessas palavras-chave.

Nesse tipo de pesquisa o usuário não sabe exatamente em qual site ele vai parar. O que é desejado é a informação que vai resolver suas questões ou satisfazer suas necessidades por conhecimento.

b) Pesquisa por produto ou serviço

Uma outra grande parte das pesquisas nos sistemas de busca estão relacionadas com a vontade de realizar uma transação comercial.

Contratar um serviço, comprar um produto ou comparar preços são pesquisas comuns desse tipo.

Como aqui o que está em jogo é a oportunidade de conseguir um cliente, muitas empresas compram palavras-chave para aparecer nos primeiros lugares e conquistar o(a) potencial cliente.

Alguns exemplos:

  • “Tenis de corrida”
  • “Padaria no centro de Belo Horizonte”
  • “ERP para pequenas empresas”
  • “Desentupidora perto”

Veja que algumas das pesquisas apresentam definições de local. O Google, assim como outros, sabem mais ou menos onde que você está e organizam os resultados das pesquisas levando isso em consideração. Vamos explorar mais isso adiante.

c) Pesquisa por atalho

Uma outra maneira comum de pesquisa é por empresas ou nomes que você já conhece e sabe exatamente para onde deseja ir, porém é “mais fácil” digitar no Google para achar o site.

Alguns exemplos:

  • “Iglu Online”
  • “Blog do Facebook”
  • “Brasil Wikipedia”

d) Pesquisa vaga

Há também aquele tipo de pesquisa que não necessariamente sabemos o que queremos, mas sim estamos buscando algo vago online em um determinado nicho.

  • “Jogos online”
  • “Fofoca”
  • “Notícias”

2 – Fundamentos do SEO (Search Engine Optimization)

Agora que já entendemos um pouco mais sobre o que é SEO, está na hora de explorar algumas das suas características. Em especial, vou explicar – por alto – como o Google funciona, quais são os tipos de otimização que podemos focar e também alguns alertas.

Como o Google Funciona

Vamos utilizar o Google para nosso exemplo porque ele é o maior sistema de busca hoje e, acho que é tranquilo dizer, também é o mais sofisticado.

Assim como muito bem explicado por Matt Cutts, um sujeito muito popular na área de SEO e parte do time da Google, no vídeo linkado, quando fazemos uma pesquisa no Google não estamos fazendo uma pesquisa na internet, mas sim no index da própria Google.

O Index é um enorme banco de dados contendo informações sobre todas as páginas e sites que a ferramenta conseguiu encontrar.

Uma parte brilhante do sistema de indexação é em como o Google encontra uma página. Tudo começa com um crawler (ferramenta automática que acessa um site) que é apelidado de Spider (Aranha).

As Spiders do Google acessam uma determinada página de um site, compreendem e salvam aquele conteúdo junto com várias outras variáveis e, em especial, prestam atenção nos links que aquela página possui.

Em seguida, ela acessa todas as páginas linkadas a partir da página inicial e faz o mesmo procedimento para cada uma subsequente. Isso significa que depois de algumas leituras desses links, bilhões de páginas acabam sendo lidas e exploradas.

Quando alguém realiza uma pesquisa então no Google, a ferramenta identifica todas aquelas páginas que podem ter a ver com a pesquisa e as organiza com base em mais de 200 fatores diferentes para determinar qual a maior probabilidade dos melhores resultados ficarem em primeiros lugares.

A bruta realidade da competição

Sabendo um pouco sobre como funciona e quais são os fatores, então só nos resta otimizar e vamos ficar em primeiro, correto?

Bom, não é tão fácil assim.

Já ouvi algumas vezes de clientes a seguinte frase:

“Quando eu pesquiso no Google eu não estou em primeiro, tem algo errado.”

Aí quando eu vou ver, o cliente pesquisou por “roupas” e só porque ele vende roupas acha que já vai ficar em primeiro.

É totalmente compreensível esse tipo de pensamento quando não se entende como o Google ou outros sistemas de busca funcionam. Porém, agora que já sabemos precisamos entender que não é fácil ranquear.

Vamos explorar mais pra frente as palavras-chave, mas já adianto que existem pesquisas/palavras-chave que recebem milhares de buscas todos os dias. “Roupas” provavelmente é uma dessas e, naturalmente, são muito competitivas.

Dezenas, centenas ou milhares de blogs, sites e conteúdos estão competindo e estão otimizados para ficar na frente.

Alguns fatores de ranqueamento simplesmente necessitam de muito esforço e não tem como fugir disso.

Tipos de otimização

Para te dar uma ideia dos tipos de fatores que estão relacionados com o sistema de ranqueamento do Google, vamos dividir entre algumas categorias.

Ao longo do texto vamos explorar alguns fatores importantes e sob os quais temos controle.

No entanto, devo colocar já de cara o mais importante de tudo:

Conteúdo!

Produza bons conteúdos com frequência e eventualmente conseguirá excelentes posições.

Categorias:

  • Domínio – idade, nome, histórico, privacidade.
  • Ao nível da Página – Tags, meta descrição, títulos, subtítulos, velocidade de carregamento, mídia, tamanho do conteúdo, relevância do conteúdo.
  • Ao nível do Site – Confiança, sitemap, uptime (tempo que o site fica online), certificado de segurança, termos de serviço, política de privacidade.
  • Backlink – Quantidade de links apontando para seu site e/ou página e de quem são esses links.
  • Interação do usuário – Tempo na página, taxa de rejeição, comentários, tráfego direto.
  • Sinais da marca – pesquisas com a marca, perfis sociais, autoridade.
  • Fatores de spam – Redirecionamentos, “esquemas” de backlinks, popup, propagandas, blacklist.
  • Seguindo regras – Localidade, arquitetura de informações, resultados de imagens.

3 – Pesquisa de Palavra-Chave

Mencionei já algumas vezes essas tais de palavras-chave, então está na hora de aprofundar no assunto.

Quando fazemos uma pesquisa no Google ou em outros motores de busca, digitamos na barra o que desejamos encontrar.

O que digitamos é a palavra-chave.

  • Quantos anos o Obama tem?”
  • “Estrutura das células”
  • “Como otimizar meu site”
  • “Iglu”

Uma palavra-chave pode ser composta de uma única palavra ou então de várias em sequência.

Quando buscamos otimizar nossas páginas para SEO, devemos ter em mente uma palavra-chave ou um conjunto de palavras-chave nas quais desejamos ranquear.

Aqui entra uma das partes mais complexas sobre a otimização: a Pesquisa de Palavras-chave.

Como funcionam as palavras-chave

Em primeiro lugar, retomo o caso que mencionei acima do cliente desejando ranquear em primeiro para a palavra “roupas”.

Cada palavra-chave recebe uma determinada quantidade de pesquisas por dia, mês ou ano no Google. Se o volume de pesquisas é alto, então provavelmente haverão muitas empresas e pessoas interessadas em produzir conteúdos para conquistar a grande quantidade de potenciais visitantes.

Aqui é um bom momento para comentar que a diferença de cliques entre o primeiro resultado das pesquisas e o segundo (pelo menos em algumas referências e experiência pessoal) é gigantesca.

Mais da metade das pessoas pode clicar no primeiro resultado.

Se você vende roupas, que tal receber mais de 80 mil visitantes e possíveis clientes por mês somente com um bom ranqueamento nessa única palavra-chave?

Se considerarmos que com uma publicidade paga você teria que pagar pelo menos uns R$ 0,50 por cada clique desse, só com um bom ranqueamento você está deixando de gastar pelo menos 40 mil reais por mês nessa única palavra.

Muitas empresas vão investir pesado para ranquear bem nesse tipo de palavra. E quanto mais isso acontece, mais competitivo e difícil é de um novo site entrar no páreo.

Por isso, atualmente quando vamos buscar um melhor ranqueamento, em especial em sites mais jovens e menos populares, buscamos palavras-chave menos genéricas, com um volume menor e com uma especificidade maior.

Exemplo:

  • “Roupas de ginástica masculinas verde musgo em São Paulo”

Exemplo ridículo, mas ilustra o ponto de que podemos afunilar nossos esforços para conquistar bons posicionamentos em palavras-chave que estão mais próximas daquilo que vendemos ou do assunto que falamos em nossos sites dessa maneira.

Damos o nome de “cauda longa” para esse tipo de palavra. Uma sugestão é não ir muito além de umas 4 palavras dentro dessa palavra-chave para não ser tão específico que acaba não tendo nem meia pesquisa por mês.

Pesquisa de palavras-chave

A partir do momento que entendemos então como tudo funciona, está na hora de descobrir quais palavras-chave escolher. Aí entra outra parte que dá um artigo por si só, mas vou resumir aqui e te apresentar referências para se aprofundar.

Em diversos artigos anteriores dessa série mencionamos a necessidade de entendermos nossos usuários, visitantes ou potenciais clientes. Todo mundo que entra no nosso site. As pessoas que desejamos impactar com nossos serviços, produtos ou ideias.

Entender essa “persona” ajuda também a compreender qual é o tipo de pesquisa que essas pessoas estão realizando.

Sabendo disso e também entendendo o que nosso site tem a oferecer (nicho, produto, diferencial, categoria, etc) podemos então utilizar algumas ferramentas para nos ajudar.

Porém, antes só algumas ajudas:

  1. Palavras-chave como “roupas femininas” e “roupa feminina” são muito similares e podem ser consideradas iguais nas suas otimizações.
  2. Quando você ranqueia para uma palavra-chave qualquer, é possível que ranqueie também para seus sinônimos e outras palavras semanticamente similares.
  3. Busque ser específico em palavras-chave que podem ser interpretadas de várias maneiras. “Manga” pode ser uma fruta, um tipo de desenho japonês ou então um pedaço da sua camisa. Ao mesmo tempo pode ser uma fruta Manga palmer, Tommy e por aí vai. Ser específico ajuda.

Ferramentas para pesquisa de palavras-chave

As ferramentas abaixo são muito boas e a maior parte é gratuita. Tive que mencionar algumas das pagas pois, no fundo, são as melhores, com mais dados e mais possibilidades de resultados para quem trabalha com esse tipo de otimização.

No entanto, para quem está começando não vale a pena de jeito nenhum pagar.

Também, apresento alguns outros recursos para continuar sua pesquisa:

Com isso, fechamos nossa parte teórica. Bora pra ação!

4 – SEO na página (On-page SEO)

De todos aqueles fatores, vamos explorar alguns pontos que temos bastante controle. Então vamos começar pelo principal: a sua página!

Se você está utilizando o WordPress e um tema ou template que foi construído com as melhores práticas, então uma parte do que vou falar já estará feito para você. Contudo, alguns temas gratuitos ou quando nós mesmos nos aventuramos sem muito conhecimento podemos acabar criando estruturas não otimizadas para SEO.

Vale ressaltar que algumas otimizações estão relacionadas diretamente com os fatores do Google. Já outras estão relacionadas com elementos que ajudam em algum fator. Veja a diferença:

  • Palavra-chave no título – Fator que o Google usa.
  • Palavra-chave e cuidado ao escrever a Meta description – O Google não usa, mas utiliza esse texto para o resuminho que aparece na listagem. Se essa descrição for bem feita, pode ajudar na quantidade de cliques para seu site. A quantidade de cliques vai ajudar você a subir nos ranques.

Portando, vou listar alguns dos principais pontos de otimização de páginas.

Estrutura e Conteúdo

  • Palavra-chave no Título: Busque utilizá-la no título do seu artigo e de suas páginas. Caso esteja utilizando um site em HTML direto, adicione esse título dentro da tag <title>. Mais profundamente, busque iniciar o seu título com a palavra-chave.
  • Palavra-chave em uma meta descriçao bem pensada: Apesar Google não utilizar mais a Meta description para a avaliação da relevância, você pode trabalhá-la para chamar a atenção do usuário pesquisando no Google. Se você tiver uma meta description na sua página, o Google vai usá-la para a descrição na listagem. Caso não tenha, ele utilizará o início do seu texto no site.
  • Palavra-chave na tag H1: H1 (header 1) é o principal título da sua página. Muitos temas no WordPress já vem como padrão o título do post como parte da tag <title> e também <h1>, porém é importante mencionar que são coisas diferentes. Além disso, sugiro ter apenas um H1 em sua página.
  • Palavra-chave no início do conteúdo: Logo no primeiro parágrafo adicione a palavrava-chave em foco para tanto ajudar o seu leitor entender sobre o que se trata quanto mostrar pro Google que essa é uma palavra ou tema importante no seu texto.
  • Palavra-chave e extensão da URL: Já comentamos sobre URL na série, então para completar é importante também que o caminho da sua URL contenha a palavra-chave e também não seja muito longa (é uma recomendação que, inclusive, recentemente tive bons resultados ao sair de nomes longos na URL para caminhos menores.
  • Densidade da palavra-chave: Antigamente bastava encher o texto com a palavra-chave para “otimizar” seu SEO. Porém, atualmente isso não funciona mais e o Google pode até penalizar se você abusar e repetir uma expressão 2 a cada uma palavra normal. Ao mesmo tempo, ainda podemos repetir algumas vezes durante o texto a palavra-chave para enfatizá-la. Sendo de forma natural, não há problema e ajuda ainda.
  • Tamanho do conteúdo: Vários testes já foram feitos com relação a esse ponto e, de fato, conteúdos maiores e mais completos tendem a ocupar as primeiras posições de um determinado assunto. Uma referência de tamanho é entre 1500 e 2000 palavras.
  • Latent Semantic Indexing (LSI): Já comentamos sobre esse assunto acima. Aqui tem a ver com a especificação de palavras que podem ter multiplos sentidos. Lembra da manga?
  • Profundidade do conteúdo: Esse ponto está relacionado com a quantidade de palavras na sua página ou artigo. O Google consegue compreender se você está explorando um assunto profundamente ou apenas de uma maneira simplista. Naturalmente, mais profundo vai ajudar mais alguém que está querendo aprender sobre o assunto e, por isso, o Google vai gostar mais.
  • Velocidade de abertura da página: Não é mistério que a velocidade do seu site é um dos mais importantes fatores para o sucesso do seu site. Não só uma boa parte dos visitantes vão desistir se seu site demorar a carregar como o Google analisa isso para te ranquear. Aqui montei um artigo para te ajudar nisso.
  • Otimização das imagens: Otimizar as imagens do seu site significa tanto não as deixar pesadas (busque sempre menor que 200kb) quanto preencher as informações de título, alt e legenda e/ou descrição. Além de melhorar a melhorar a leitura do Google e seu ranking, você ainda ajuda a acessibilidade de e-readers e outros aparelhos.
  • Atualização e idade do conteúdo: O Google tende a favorecer conteúdos que são atualizados com frequência em contraste a textos ou sites abandonados. Alguns estudos indicam que alterações mais significativas são mais bem consideradas do que só a correção de um erro de digitação ou coisa similar. Eu fiz um teste que já dura quase três anos com essa questão atualizando alguns artigos de ano em ano e eles só cresceram em relevância em contraste com artigos que ‘larguei’ sem atualizar.
  • Links de qualidade a partir do conteúdo: Quando você direciona seus leitores e visitantes para outras fontes bacanas e complementares de contéudo mostra que você tem ‘base’ para o que está dizendo e também ajuda os usuários. Pontos para você.
  • Originlidade do conteúdo: A dica de ouro é não copie conteúdo. Quem foi copiado não gosta, o Google não gosta e no fundo não vai te ajudar em muita coisa. Eu já traduzi alguns artigos no início do blog quando estava testando as coisas. Curiosamente acho que o único que deu certo foi o único que realmente eu entrei em contato com a autora que tinha escrito similar em Inglês e pedi autorização para reproduzir em Português. Então, tendo autorização e linkando para o original, pode funcionar e ser bacana.
  • Backlinks internos: Vamos explorar backlinks em mais detalhes abaixo, porém aqui vale mencionar que é importante você criar links entre os seus conteúdos sempre que possível. Vai ajudar os seus usuários com mais informações, melhorar sua taxa de rejeição e também ajudar no seu SEO.
  • Layout amigavel: O Google consegue analisar muita coisa dos nossos sites, incluindo se o layout está adequado. Inclusive, se você se cadastrar no Google Search Console o próprio Google vai te mandar umas notificações explicando que parte do seu layout está ruim. Algo tipo: “Botões no mobile estão muito pequenos”. Esse ponto também te ajuda tanto na classificação no índice quanto indiretamente na taxa de retenção, etc.

5 – SEO Técnico

SEO Técnico é um termo um pouco vago, mas é o mais popular dentre os que encontrei para representar algumas otimizações que envolvem configurações…bem…técnicas a respeito do seu site.

Dados estruturados, sitemap, robots.txt e outros mais são termos que não só parecem técnicos como, muitas vezes, não são tão simples de se configurar sem um conhecimento técnico.

Simbora pra lista:

  • Uptime: Esse nome em Inglês se refere ao tempo que o seu site fica online. Como já vimos em capítulos anteriores sobre servidores dessa nossa jornada para criar um site, nossos sites ficam em um servidor. Se há algum problema no site ou no servidor, nem o Google nem nenhum visitante vai conseguir acessá-lo. Inclusive, o Google pode penalizar dependendo da frequência e quantidade de tempo offline. Sugiro a ferramenta UptimeRobot para monitorar gratuitamente seus sites.
  • Sitemap XML: Outra palavrinha estrangeira, agora significando o Mapa do Site. Vários sistemas de busca possibilitam você adicionar “manualmente” quais páginas devem ser indexadas em seu site. Fazemos isso através de uma estrutura no formato XML. Em CMS como o WordPress, podemos adicionar plugins que geram automaticamente o Sitemap para nós. No caso de um site em HTML ou outro tipo, pode utilizar essa ferramenta que vai te ajudar.
  • Robots.txt: O robots.txt é um arquivo no qual você escreve as regras para os crawlers/spiders dos mecanismos de busca. Usamos esse arquivo para proibir esses robozinhos de acessarem e indexarem algumas partes restritas dos nossos sites e reforçar que queremos que outras sejam exploradas. Recomendo ter o arquivo configurado e prestar atenção pois existe uma tag <meta> do tipo Robots que também pode impedir determinada págian de ser indexada.
  • Dados estruturados: Sabe quando você pesquisa no Google e aparecem informações adicionais sobre receitas, reviews ou sobre a própria empresa/site? Esses são exemplos de dados estruturados. Seja via Open Graph ou outros formatos, é possível indicar para o Google algumas informações importantes sobre o seu artigo, análise, site, etc. Dá uma olhada nesse artigo da Moz para se aprofundar.
  • Links quebrados: Eventualmente algum dos links que referenciamos muda, sai do ar e por aí vai. É tudo bem ter um ou outro link que não funciona mais, porém busque sempre os consertar pois muitos links quebrados também influencia negativamente seu ranqueamento.
  • Redirecionamentos: Existem vários tipos de redirecionamentos e momentos que são muito úteis. Um redirecionamento de um domínio sem www para um com www ou de um http para um https são exemplos tranquilos. Se você mudar de um domínio para outro também ou mudança da URL de um site também é bacana. Mas tem hora que tem os três acima juntos e aí a coisa começa a complicar. Não só demora para carregar o site como também gera confusão nos crawlers e spiders que indexam o seu site. A regra aqui é ter cuidado e não usar demais.
  • Erros no site: Nem usuários nem o Google gostam de sites com muitos erros ou quebrados. Ficar atento a erros é super importante para garantir a melhor experiência e SEO. Uma dica aqui é aprender a visualizar erros com o console no Dev Tools do seu navegador.
  • Malware: Se você está usando o WordPress esse ponto é especialmente importante pois esse CMS é o mais visado para invasões, virus e malware. Existem formas de identificar se um site está infectado ou não, então fique ligado(a) com relação a isso frequentemente pois não só vai prejudicar seu rank como também te trazer outros variados problemas.
  • Search Console: Já mencionei brevemente sobre essa ferramenta do Google, mas reforço aqui para você criar uma conta no Google Search Console e registrar o seu site. Você terá acesso a várias ferramentas de análise da performance do seu site no Google e também poderá enviar seu sitemap por lá.
  • Multilingua: Um recurso comum em sites é oferecê-lo em diversas línguas. A dica nesse ponto é ser consistente na maneira que apresenta a diferença de língua na estrutura do seu website. Seja com um subdomínio (en.site.com, pt.site.com) ou como caminho na URL ( site.com/en, site.com/pt), seja consistente e não misture. Além disso, utilize a meta tag ‘lang’ para informar a língua da página.
  • Subdomínios: Subdomínios (o que vem antes do seu nome do domínio, como websites.igluonline.com) são parte importante da organização de vários sites de uma só empresa, pessoa ou projeto. Uma parte bacana é que os subdomínios contam para a confiança do domínio principal, no entando eles são tratados de maneira diferente pelo Google. Inclusive, você deve adicionar propriedades separadas no seu Google Search Console para cada subdomínio.

6 – Off-page SEO

Até o momento trabalhamos com otimizações que temos praticamente total controle. Dentro do nosso site, com nosso domínio e nosso servidor.

Agora, chega a parte que considero mais difícil.

São otimizações que tem um efeito muito grande na confiança do Google com nossos sites e dependem de outras pessoas.

Quando usamos o tempo “off-page” queremos dizer que são elementos fora das nossas páginas. Isto é, links que outras pessoas compartilham nas redes sociais, links para nossos sites que outros sites e blogs adicionam para nós e por aí vai.

Esse elemento de links de qualidade para nosso site é parte central do algoritmo da Google desde sua criação. E faz sentido, ne? Se um texto nosso é referenciado por muitas outras pessoas e sites, então provavelmente é um conteúdo de qualidade.

Link builing externo

O termo mais comum para estratégias de conquista de links de outros sites para os nossos é link building. Construção de links.

Existem várias formas, bacanas ou não, de conseguir mais sites nos linkando. Inclusive, já explico aqui que estratégias “pilantras” tendem a cada vez menos funcionar.

Alguns exemplos de pilantragem:

  • PBN (Private Blog Network): é um tipo de estratégia que um indivíduo ou empresa cria vários sites e os fazem linkar uns aos outros para gerar relevância.
  • Comentários spam: Entrar em um milhão de blogs ou sites online e sair comentando com um link para o seu site. Ou pior, montar um robozinho que faz isso automático pra você.
  • Lotar fóruns com links para seu site: Alguns estudos já mostraram que links vindos de fóruns ou similares possuem um peso bem menor do que links mais naturais ou vindos de sites mesmo.

Então, o que pode funcionar?

Vou apresentar algumas estratégias bacanas, mas sugiro aprofundar nos recursos apresentados para as executar da melhor forma.

*Eu sei que muitos dos recursos que apresento não estão em Português, mas se você estiver usando um navegador moderno é possível traduzir a página inteira com um click.

Uma informação importante também é que bons links vão ajudar você a crescer, mas links ruins vão te prejudicar. Então conquistar links de sites obscuros ou de domínios na ‘lista negra’ (blacklist) do Google vai fazer sua reputação com a ferramenta cair.

Antes também de entrar nos pontos, preciso explicar um detalhe importante sobre a qualidade do link.

O Google calcula o tempo inteiro a autoridade de um determinado domínio e/ou página. Pense nisso como a reputação do site online. Um site com um histórico de bons conteúdos, muito compartilhado e referenciado provavelmente tem uma alta autoridade. Já um site que acabou de ser criado será considerado como neutro. Por fim, um site com um histórico de conteúdos ruins e spam vai terá uma reputação bem ruim.

A diferença de você receber um link em uma página no portal do G1 vai ter um peso muito maior do que um link no blog recém criado do vizinho.

Aspectos do link

  • Texto do link: O que está escrito no texto ou palavra linkando para seu site tem a ver com as palavras-chave do seu conteúdo?
  • Localização do link: Onde na página o link está localizado? Em geral, quanto mais em cima, melhor.
  • Fonte do link: Não falo aqui da tipografia, mas sim do que mencionei acima sobre a autoridade da página e domínio te linkando.
  • Quantidade de links: Quantos links diferentes estão apontando para sua página? Links iguais em várias páginas de um só site podem ser considerados como apenas um.
  • Variedade de domínios linkando: Quanto mais domínios diferentes com boa reputação linkando para o seu site, melhor. Inclusive esse é um dos principais fatores para melhorar o SEO.
  • Nacionalidade do link: As páginas linkando para seu site estão na mesma língua ou diferente? Fazem sentido? Links da sua região tendem a contar mais.
  • Idade do link: Há quanto tempo o link está lá? É importante constantemente buscar novos links para demonstrar a relevância do conteúdo mesmo depois de algum tempo.

Estratégias para link building

  • Produza conteúdo de qualidade: Acima mencionei que o conteúdo é o mais importante. De fato é! Se você fizer um bom conteúdo, outras pessoas vão querer compartilhar e linkar o seu site como referência sobre aquele assunto.
  • Conteúdos do tipo lista: Um tipo de conteúdo que tende a ser bastante compartilhado são aqueles “10 dicas para isso e aquilo”, “5 maneiras comprovadas de blablabla”. Pode ajudar bastante no compartilhamento.
  • Conteúdos originais e completos: Já comentamos que o Google gosta de conteúdos completos e originais. As pessoas também! Por isso, inclsuive, que o Google gosta.
  • Outreach: Mais um termo em Inglês que é usado muito para representar a ação de você entrar em contato com outros sites, blogs e portais em busca de parcerias. Uma forma bacana é você fazer uma pesquisa sobre os sites que referenciam outros no assunto que deseja ranquear. Em seguida, produza um excelente conteúdo sobre esse assunto e entre em contato com esses sites sugerindo que eles adicionem o seu site como referência em determinado post. Eu recebo esse tipo de pedido bastante aqui na Iglu!
  • Guest post: Uma forma bacana é quando você entra em contato com algum portal ou blog e sugere escrever você mesmo um artigo relevante e bom para eles publicarem. Eles ganham um bom texto e você pode colocar um link nele para seu site.
  • Corrija links quebrados de outros: Uma forma bacana de conseguir links é entrar acessar blogs e sites que possuem conteúdos sobre os temas de suas palavras-chave em busca de links quebrados. Esse artigo pode te ajudar. Em seguida, basta entrar em contato informando o link quebrado e sugerindo o seu como substituto. Ajuda o site alheio e te ajuda ao mesmo tempo.

Social

Vale a pena mencionar que, mesmo fora do Google, outras redes sociais servem como indicadores de relevância para o seu site.

Sua página do Facebook é verdadeira, tem interações reais e está devidamente conectada com o seu site?

Vale a pena investir um tempo e trabalhar as redes sociais para ajudar nas suas estratégias de SEO.

O site Backlinko, que uso bastante como referência nesse assunto, apontou uma patente do Google para determinar se uma rede social é falsa ou não. Isso serve como indício de uma possível análise nesse sentido.

7 – SEO para vídeo

Já tem um tempo que o Google anda priorizando, inclusive na sua pesquisa, vídeos nos primeiros resultados de suas pesquisas.

Além disso, o próprio YouTube está entre os mais usados sistemas de busca no mundo.

Se podemos fazer SEO para nossos sites, podemos também para os vídeos que adicionamos no YouTube.

Porém, antes disso vale a pena uma informação sobre artigos e páginas que possuem vídeos ou outras mídias nelas. O Google pode te ranquear melhor se o seu conteúdo tiver essas mídias além somente do texto.

YouTube

Alguns conceitos acima vão funcionar de forma muito parecida. Por exemplo, é recomendado fazer uma pesquisa de palavras-chave na hora de criar os seus vídeos e, mais especificamente, criar o título, tags e descrição dos seus vídeos.

Seguem então algumas estratégias bacanas para ranquear melhor seus vídeos:

  • Retenção: Possivelmente o fator mais importante para crescer em relevância no YouTube é produzir conteúdos que prendem a atenção do espectador ou espectadora. Isto é, siga boas práticas de:
    • Bom áudio
    • Sem enrolação
    • Vídeo limpo e, se possível, de boa qualidade também
    • Conteúdo relevante e que entrega o prometido no título
  • Comentários: Se as pessoas estão comentando no seu vídeo, é um bom indicador da qualidade e o YouTube leva isso em consideração para te posicionar melhor nas pesquisas.
  • Ação após assistir o vídeo: Se os usuários inscrevem no seu canal após assistir seu conteúdo é um grande indicativo de que é um bom conteúdo.
  • Título: O título serve tanto para indicar o assunto do seu vídeo quanto também para chamar a atenção do click do usuário. Quanto maior a taxa de clique, melhor será esse indicador de que é algo relevante para a pesquisa daquela determinada palavra-chave.
  • Tamanho do vídeo: O tamanho do vídeo, assim como de nossos conteúdos escritos, é um forte ponto para melhores posicionamentos.
  • Likes e dislikes: Naturalmente, mais engajamento é melhor.
  • Descrição: Algo que já vi muitos vídeos negligenciarem é descrição. Aproveite esse espaço para descrever com bastante informação usando as palavras-chaves desejadas.
  • Tags: O uso de tags também é super importante para classificar melhor em que assunto o seu vídeo se encaixa. Aqui vale a pena focar naquelas tags que fazem sentido e não abusar com tags aleatórias só para tentar conquistar mais tráfego não focado.
  • Página do canal: A otimização da págian do seu canal ajuda o YouTube e, por consequência, o Google a entender melhor sobre o que você produz vídeos e te ajudar a classificar melhor naquelas palavras-chave relacionadas com o tema do seu canal.

8 – Tendências

Agora que já passamos pelos principais pontos sobre SEO, vou comentar um pouco sobre elementos que estão em progresso e que valem uma análise um pouco mais profunda.

Em especial, tendências pra frente que estão cada vez vez mais relevantes nos algoritmos de ranqueamento do Google e de outros sistemas de busca. Logo, também muito relevantes para SEO.

RankBrain e experiência do usuário

Um dos fatores que mais hoje tem se falado sobre SEO é o tal do RankBrain do Google.

Nome chic, mas o que significa?

Basicamente é um algoritmo de inteligência artificial que busca compreender as ações do usuário e usar essas informações para melhor determinar se nossos conteúdos são bons mesmo ou não.

Imagine que você está numa pesquisa do Google para a palavra-chave ‘marketing digital’. O seu resultado está em quarto lugar, mas você tem um título chamativo e uma descrição que chamou a atenção.

O usuário que pesquisou resolveu clicar no seu link. Esse é um indicador forte de que talvez o seu site seja realmente melhor do que os acima.

No entanto, após o clique o seu site está confuso e o usuário passou apenas 10 segundos ali. Apertou o botão de voltar no navegador e voltou para a pesquisa.

Pronto, o RankBrain entendeu que não é tão bom assim no final das contas.

Por essa razão, elementos relacionados à experiência do usuário nos nossos sites é tão importante.

O texto ou elementos do nosso site estão claros? Fonte fácil de ler, visual agradável, velocidade rápida de abertura da página, elementos visuais e outros são importantes para gerar a melhor experiência.

CTR

Como mencionei acima, um bom título e descrição pode te ajudar a se destacar em uma pesquisa no Google.

Vale a pena testar e realmente buscar chamar atenção para a resolução do possível problema que os usuários pesquisando a sua palavra-chave possuem.

Pesquisa: “restaurante vegano em Recife”

Resultados:

  1. “Lista com os melhores restaurantes veganos em Recife testados por nós”
  2. “Restaurante familiar bom em Recife com opções veganas”

Qual você clicaria? Eu, sendo vegano, prefiro clicar no primeiro para me dar mais opções e direcionamento de alguém que testou de fato e pode me recomendar os melhores.

Mobile first e AMP

A maior parte do tráfego online vem de celulares. Além disso, a quantidade de aparelhos que estão conectando à internet está crescendo infinitamente. Daqui a pouco até a latinha da cerveja vai ter uma telinha touch com um chip 4g para te falar a temperatura no seu app favorito.

Por isso, nossos sites e conteúdos precisam estar otimizados para o acesso otimizado em qualquer aparelho, tela ou sistema.

Sugiro também dar uma olhada no AMP, que é um projeto da Google, para que a própria Google otimize a entrega de conteúdos compatíveis para aparelhos móveis.

Otimização para pesquisa por voz

Uma última dica para te ajudar a pensar em estratégias de SEO, é otimizar para as pesquisas de voz.

Podemos usar a Alexa, Siri, Google Now e outros para fazer pesquisas na internet. Então, se você cria conteúdos que fazem perguntas e as respondem, é possível que o Google compreenda esse intuito e forneça as suas respostas para as perguntas feitas por usuários através da voz.

Esse recurso aqui vai te ajudar a explorar mais esse tópico.

Conclusão

Ufa! 6 mil palavras de pois finalizamos esse artigo aqui sobre SEO.

Naturalmente, esse artigo está em constante desenvolvimento pois o que é importante para a otimização de páginas no Google e outros motores de busca constantemente muda.

Para finalizar, vou relembrar alguns elementos que são mais importantes para SEO:

  • Domínios que linkam para seu site
  • Taxa de cliques em seu site nos resultados de pesquisa
  • Autoridade e legitimidade do seu domínio
  • Usabilidade em aparelhos diferentes
  • Qualidade do conteúdo

Então, se você gostou desse artigo, considere compartilhá-lo. Também, quero saber sua experiência aplicando as dicas aqui em seus próprios sites. Deixa aí nos comentários!

Divirta-se!

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André Lug

André Lug

Apaixonado por design e desenvolvimento de websites. De vez em quando gosta de escrever sobre produtividade, como é ser um freelancer e algumas reflexões da vida.

5 Comentários

  1. Bom dia,
    olha eu aqui de novo.
    ha algum tempo pensando no assunto em tela escrevi:

    https://www.linkedin.com/pulse/os-mecanismos-de-busca-e-vicissitudes-roberto-lirio/

    sabe, eu nao quero ser do contra mas sei que o contraponto e muito importante em nosso aperfeiçoamento;
    desculpe se pareço grosseiro, mas a web para mim tem muito a ver com filosofia da zona, só funciona com dinheiro so que penso que as prost… sao mais honestas.
    Penso inclusive que a questão de palavras chaves no site pode ser uma faca de dois gumes pois pode ajudar o google tanto a te achar quanto facilita te isolar.
    um abraço,
    rl

    1. Olá Roberto,

      obrigado pelo comentário. Acho que tem dois pontos sobre seu comentário.

      Primeiro, é importante lembrarmos que a web não é o Google. Segundo, o Google é uma empresa com fins lucrativos. Além disso, não necessariamente seu serviço precisa ser honesto para existir (no caso o algoritmo) *editado para melhor explicação*. Inclusive, eles provavelmente buscam ser honestos porque existem concorrentes e eles não querem perder seus clientes e nem seus usuários.

      Quais são os clientes do Google? Anunciantes. O Google é uma empresa de mídia. Utilizamos dele com mais frequência por nos apresentar os melhores resultados para aquilo que estamos procurando em determinado momento. Porém, temos a opção de não usá-lo. Duckduckgo é uma alternativa mais aberta e interessante. Está crescendo muito.

      As dicas aqui do artigo representam as estratégias para jogar o jogo de SEO para o Google. Naturalmente, alguns dos mesmos fundamentos se aplicam em outros buscadores. Contudo, são ações conscientes de otimização sabendo que estamos jogando em terra alugada e que os algoritmos podem mudar a qualquer momento.

      A web não é livre, mas é quase – pelo menos no atual momento no Brasil. Mas ela é só uma tecnologia. Igual no centro de uma cidade, temos a opção de escolher um determinado restaurante ou outro de acordo com nossas preferências e impressões de cada lugar. Se achamos que o restaurante mais popular da cidade não é muito honesto ou dá preferência para quem paga mais, então podemos ir em outro. Na web é assim e, inclusive, é assim que as tendências mudam. Se o maior restaurante da cidade fica arrogante e corrupto, logo todos vão parar de ir lá e outro restaurante tomará o posto de maior.

      Abraço!

    1. Realmente. Mas ajudando a clarificar, são em duas partes essa frase e não relacionadas. 1, é uma empresa de fins lucrativos. 2, não necessariamente o seu serviço precisa ser honesto. Porém, ele busca ser honesto porque honestidade gera confiança e, por consequência, clientes. Naturalmente, estou olhando de maneira mais ‘bruta’, porém eu realmente acredito que por trás dessa dinâmica existe sim uma vontade real de fazer algo bom e positivo para o mundo. Seja dos fundadores ou, principalmente, dos funcionários e pessoas envolvidas na criação de produtos e serviços que resolvem os problemas que temos.

      Espero que entenda a frase 🙂

  2. Mas vc tem toda a razão em sua afirmativa

    veja

    https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/uniao-europeia-impoe-multa-de-24-milhoes-por-abuso-de-dominio.ghtml

    o que na verdade me importa não é discutir se os gigantes da web são ou não desonestos acho que sobre isso não existe duvidas.

    a questão é sobre aqueles que ganham dinheiro vendendo ilusões aos incautos dizendo que com 100 reais se começa a ser beneficiados no marketing digital.

    os números tais como curtidas visualizações , etc, não teem confiabilidade alguma, não são auditados e muitas vezes são engordados pelas farms cliks.

    se vc pesquisa de pílula para dor de garganta a peças de helicóptero o mercado livre vem frente nos cinco primeiros lugares… so os grandes players(muito dinheiro) se beneficiam dessas técnicas apregoadas como milagrosas (SEO) ,
    e sobre isso que digo sobre as prost serem mais honestas que o google e similares, os incautos ficam gastando suas merrecas e os grandes se beneficiam de tudo… veja por exemplo seu site pesquise iglu…

    isso sem contar que o tal big data não passa de uma falta de ética, imagina as pessoas fuçando sua caixa de correio , seguindo seus passos pela cidade anotando seus horários… e depois vendendo isso para os outros.

    penso que vivemos momentos que nos fazem refletir muito sobre os valores que devem nortear nossas ações , sejam pessoais sejam empresariais tenho certeza que devemos fazer grandes ajuste ou 1984 será piada diante do que viveremos e tal de compliance apenas mais uma palavra bonita, mais uma para enganar trouxas pois tenho certeza que a Vale de lagrimas sempre teve 100% na conformidade…

    abs
    rl

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